Concertos

No Encontro de Tocadores podemos ouvir e dançar algum do melhor folk e música tradicional de Portugal e da Galiza. As noites de Caminha ganham novo fôlego durante estas duas noites, prolongando-se com bailes noturnos e “jam sessions” dinamizadas pelos músicos que marcam presença no Encontro.

GONÇALO SÉRGIO MIRRA

Músico multi-instrumentista de cordas, a quem a música tradicional portuguesa desde muito cedo conquistou. Licenciado em Educação Musical, começou os seus estudos musicais no Centro de Cultura Musical nas Caldinhas (Santo Tirso), tendo o violino como instrumento principal. Mais tarde ingressou na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, onde concluiu o curso profissional de instrumento. Fez a sua licenciatura no Instituto Piaget em Canelas (Gaia) e a profissionalização em serviço na Universidade do Minho.

Como músico fez parte do Grupo de cavaquinhos “Seara Nova” de Ronfe, do Grupo Musical Pedra D´Água, do grupo Canário & Amigos, e ainda dos Minhotos Marotos.

O projeto “SÉRGIO MIRRA” surge da sua grande paixão pela música tradicional portuguesa e da vontade de passar às gerações vindouras este tesouro riquíssimo que é a música tradicional e os instrumentos tradicionais portugueses. A voz e o Cavaquinho são a base deste projeto, mas o Bandolim e as Violas regionais também terão o seu papel de destaque nas mãos do Sérgio Mirra. Acompanhado por dois grandes músicos, Luís Pinho, na Guitarra Clássica e Hervê Freire, na Percussão, têm construído um espetáculo cheio de alegria, boa disposição e um conjunto de músicas cantadas e instrumentais, recolhidas em todo o país, do norte ao sul e também passando pelas ilhas. A identidade dada às músicas é muito própria e muito pessoal, com uma mistura de ritmos muito diversificados e tentando tornar as mesmas bastante apelativas e contagiantes, para quem as ouve. A aceitação do público cá em Portugal e no estrangeiro, tem sido muito boa. Este ano realizamos cerca de 70 espetáculos e estivemos em festas como, a Festa das Cruzes em Barcelos, as Antoninas em Famalicão, o S. João em Braga, Nossa Srª. Da Piedade em Odemira, Vindouro 2018 em S. João dia Pesqueira entre muitas outras festas. Estivemos também, em Perpignan(França). No dia 1 de dezembro em Neuilly-Sur-Seine em Paris, onde realizamos um espetáculo fabuloso, com os nossos queridos emigrantes a fazerem a festa connosco do início ao fim do espetáculo.

Pan de Capazo

Pan de Capazo são uma banda de música folk pouco convencional que transforma a música de raiz tradicional do velho continente num espetáculo inesquecível e cheio de fantasia. 

As suas músicas contam a história de 5 cientistas locos que viajam num barco-globo “aeroestático” aos lugares mais recônditos da Europa de 1914.

Energia indomável e muito humor que não deixa indiferente miúdos e graúdos.

As melodias são tocadas com instrumentos acústicos antigos (gaitas da Hungría junto com a alboka vasca, kaval moldavo com clarinete baixo, sanfona con gardón de Transilvania) têm influencias da música dos Balcans, celta e progressiva. As suas composições permitem sentir não só o que vivemos mas também o que sonhamos.

Em 15 anos juntos percorreram a Espanha, a Holanda, Bélgica, França, Portugal, Noruega, Dinamarca e Alemanha.

http://pandecapazo.com/es/

Segue-me à Capela

Segue-me à Capela é um colectivo de sete mulheres que trabalha a música tradicional portuguesa numa perspectiva contemporânea, usando a voz como principal instrumento. A percussão e alguns elementos cénicos reforçam os climas gerados a partir do canto.

Ficha Artística

Ananda Fernandes: voz
Catarina Moura: voz e adufe
Joana Dourado: voz e adufe
Mila Bom: voz e adufe
Margarida Pinheiro: voz e adufe
Maria João Pinheiro: voz e adufe
Sílvia Franklim: voz e adufe
Quiné Teles: percussão

OBAL

Presentan para o Encontro de Tocadores un concerto especial co lanzamento do seu disco “Baile en Massó”, publicado este abril de 2019. Bailes galegos e europeos para escoitar ou para bailar. 

Obal trae a súa música dende as Rías Baixas, na Galiza, onde nace este proxecto pensado e creado dende o baile. Xa nos seus comezos, no 2014, a música folk e a danza únense en Obal, seguindo unha corrente en auxe en toda Europa: o bal-folk. Cun repertorio tradicional e tamén novas composicións propias e doutros autores. Bourrée, xota, scottish, mazurka, brandle, muiñeira, cercle circassian, etc. 

“Baile en Massó”. Presentan en Caminha o seu primeiro traballo discográfico, a gravación dun repertorio que comezaron no 2015 e que gravaron en directo en Ancestral Estudios con Isaac Millán aos mandos.

A localización da imaxinería de OBAL nas ruínas da antiga fábrica de Massó (Cangas), é a sua particular homenaxe a tódalas mulleres e homes traballadoras do mar e sobre todo ás baleas.

https://www.youtube.com/watch?v=kUMia64C3f0

Ficha Artística

Nickelharpa e sanfona: Jaime Rebollo.
Sanfona: Iván Costa.
Bouzouki: Diego Langarika.

Carlos Batista

Carlos Batista é um cantautor multi-instrumentista. Tem encontrado na “tradição” a sua principal fonte de inspiração. Apresenta-se num espetáculo a solo onde privilegia os cordofones tradicionais e o canto, numa mistura de temas tradicionais e originais. O instrumentista João Martins será o músico convidado para este concerto.

 

Ficha Artística

Carlos Batista: Cavaquinho, violão e viola campaniça.
João Martins: Guitarra portuguesa, viola braguesa e violão.

Roncos do Diabo

Um som forte e envolvente é a proposta de Roncos do Diabo para a divulgação da tradição musical portuguesa. Tendo como objectivo principal a difusão da Gaita-de-Fole, Roncos do Diabo conta com vários espectáculos de norte a sul do país e além-fronteiras, despertando o interesse de diferentes gerações. Numa abordagem de fusão e actualização da música portuguesa, Roncos do Diabo apresentam um espectáculo de energia e explosão rítmica, proporcionando ao público verdadeiros momentos de FOLIA.

Ficha Artística

Gaitas-de-fole: André Ventura, Mário Estanislau, João Ventura e Victor Félix.
Percussão: Tiago Pereira.

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